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Respeitar o prazo de validade dos artigos esterilizados é fundamental

Algumas pessoas têm dúvidas em relação ao prazo de validade do processo de esterilização dos artigos com as autoclaves. Contudo, o Manual de Processamento de artigos e superfícies em Serviços de Saúde, do  Ministério da Saúde publicado em meados do ano de 1994, determina um prazo de validade de, no máximo, sete dias, desde que a embalagem do artigo esteja devidamente íntegra e seca.

O problema é que esse prazo passa a ser um pouco rígido, principalmente para pessoas que possuem um ritmo de trabalho acelerado, não podendo fiscalizar frequentemente o prazo de validade dos artigos esterilizados em autoclaves. Além disso, o prazo de sete dias resulta em uma dificuldade de processamento de artefatos, já que ao expirar o prazo, as embalagens devem ser abertas no intuito de fazer os itens serem novamente esterilizados.

A solução para o curto prazo de validade dos artigos esterilizados

Existem alternativas para “sobreviver” ao prazo de validade que fora atribuído na determinação de 1994, como no caso do uso de uma embalagem secundária, que deve ser aplicado logo em seguida do processo realizado a partir da esterilização com autoclaves. A embalagem secundária deve ser aplicada assim que o artigo estiver de fato totalmente resfriado, permitindo que o prazo da esterilização prolongue, e sendo mantido por até 30 dias.

Tecnicamente, esse prazo de validade dos artigos esterilizados é muito incerto, mas segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, o que determina a data limite dos produtos esterilizados em autoclaves (papel grau cirúrgico) é um plano de avaliação que analisa a integridade das embalagens. No caso, essa avaliação pode analisar a resistência das embalagens, condições de umidade e temperatura, além da segurança e rotatividade.

O problema é que essas alternativas podem sugerir um custo relativamente maior, por isso que o ideal seria ter uma política que siga o prazo determinado em 1994, de sete dias, já que atualmente a maioria das vigilâncias sanitárias continuam seguindo o prazo de validade que fora determinado a partir do Manual de Processamento.

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